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» São objetivos da Avaliação do Aluno:
a) compreender o seu processo de aprendizagem;
b) oferecer informações para mudanças ou referimento dos procedimentos de ensino;
c) verificar o nível de aprendizagem individual e coletiva de cada conteúdo;
d) comparar o aluno com ele próprio no início, no decorrer e no final de cada período, para verificar sua evolução;
e) fornecer ao aluno informação sobre seu desempenho, para que possa tomar medidas em prol de uma melhor aprendizagem;
f) servir de indicador para Avaliação Institucional.
A avaliação do desempenho escolar dá-se:
a) pelos trabalhos de aplicação (teóricos ou práticos);
b) por instrumentos de verificação de assimilação de conteúdo, em número possível de três por período letivo;
c) pela participação em atividades complementares de ensino incluindo: pesquisa, extensão, simpósios, congressos, monitoria, iniciação científica, entre outras;
d) pela freqüência do aluno.
Será considerado aprovado o aluno que tiver 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência mínima em cada disciplina e média final, igual ou superior a 6,0 (seis).
Auto-avaliação do curso
A auto-avaliação é parte integrante do processo de avaliação institucional da FAJESU. Sua operacionalização se dá por meio de reuniões do conselho de docentes, análise dos resultados da avaliação Institucional e reuniões de colegiado com pauta específica e do desempenho acadêmico dos discentes.
As reuniões colegiadas dos curso, acontecem duas vezes por semestre, com todos os professores, separados por turma, que discutem o andamento das atividades, o aproveitamento aluno por alunos, e, ainda, avaliam a possibilidade de mudanças nas metodologias de ensino.
Anualmente, a Comissão de avaliação institucional, desenvolve junto ao corpo docente e discente, a avaliação institucional, onde subsidia o colegiado do curso a auto-avaliação periódica.
E, ainda, como parte integrante do processo de auto-avaliação do curso, semestralmente, o colegiado de secretariado executivo se reúne especificamente, para uma discussão geral e reflexão do desenvolvimento das atividades planejadas e como resultado são geradas agendas de atividades que devem ser implementados para conservar a melhoria do curso, tornando-se, portanto, instrumentos administrativo-pedagógicos que agilizam os meios para a superação das dificuldades diagnosticadas pelo processo de auto-avaliação do curso.
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